Publicado por: Alexandre Nasiasene | 11 11UTC setembro 11UTC 2011

Contagem regressiva para a cirurgia

Hoje estou voltando pra casa… Deixando este apartamento que meu pai gostava tanto. Minha irmã morou toda a vida de casada em Intermares. Sei que o São Eudes está intercedendo por ela no seu novo lar, rumo a casa nova em 2012. E nesta semana de homenagens a Ele, peço a ele que interceda por todos nós, especialmente a mim nesta jornada de cura.

Peço a meu Santo Pai que interceda por mim na jornada da cura

Peço a meu Santo Pai que interceda por mim na jornada da cura

Publicado por: Alexandre Nasiasene | 8 08UTC setembro 08UTC 2011

3 anos que meu Pai virou Santo

Hoje estou em João Pessoa, na rede que meu Pai gostava tanto. De frente para o mar, a brisa constante trás lembranças dos tempos felizes que passamos juntos nesta cidade que meu pai amava tanto.

Fizemos um passeio maravilhoso pelo mar com as sobrinhas. Fomos a missa em tua memória Meu Pai. Acredito na Sua Santidade e para mim o Senhor agora é um Santo Anjo do Senhor que nos protege e guarda.

Sinto muito  a tua falta. Sentimos, mas acreditamos na Ressureição e na Vida Eterna. O Senhor está melhor do que nós. Nós estaremos bem, seguindo nosso caminho.

Que o Senhor enterceda na minha cirurgia que está chegando..

Obrigado por tudo meu Pai.

A rede do Papai

A rede branca que ele gostava tanto. Este apê vai ficar só na lembrança.

Vai deixar saudades...

A vista maravihosa do apê de Intermares e seu vento constante vão deixar saudades..

Pai nosso que estais no céu…
Santificado seja o vosso nome
Sei que o Senhor intercede por todos nós aqui na terra junto ao Senhor..
Sentimos muito a sua falta, sempre.
Hoje, já fazem 3 anos que o Senhor partiu desta vida
Que Deus nos ilumine sempre e que possamos seguir a vida lutando e confortando um ao outro. Todos que perderam um ente querido.
Publico esta foto Pai, em sua homenagem. A Vida Eterna é assim: através da sua genealogia, preservada, que segue no sangue dos teus: filhos, netas….
Obrigado Pai por tudo que o Senhor fez por nós em vida e agora junto a Deus Pai, Jesus, Nossa Senhora e toda os Santos e Anjos Iluminados.

Como ele amava estas galeguinhas..

Como ele amava estas galeguinhas

Do facebook:

 

Marcia Nasiasene comentou o status de Lourdes Nasiasene Gomes.

‎7 de SETEMBRO – 3 anos de falecimento EUDES LUIZ GOMES Nossa saudade a EUDES que chamastes para outra vida, abrindo vossos braços acolhendo-o. Que viva para sempre bem feliz no Reino que para todos preparastes! “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em Mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em Mim, jamais morrerá!”
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    • Alexandre Nasiasene Gomes na despedida deste apartamento, cada cantinho dele lembro Dele… Todos lembram só coisas boas Dele. Foram 23 vezes seguidas vindo por aqui .. desde criancinha, no fusca verde.. tantas e tantas vezes. Ele amava o nordeste.. A rede da varanda.. as caminhadas na praia. Saudades tão grande e tempos que não voltam mais… Agora é tocar a vida como Ele gostaria que estivéssemos tocando: honrando seu nome, sangue e alma, para todo e sempre ele lá, na vida eterna, nós aqui na vida efêmera. Te amo mãe. Te amo Pai. Sempre amarei vocês, mesmo que sua missão na terra tenha terminado.

      terça às 15:42 · Curtir ·  2 pessoas
    • Leonardo Andrade Leal ‎:(

      terça às 19:27 · Curtir
    • Deodata Lins E uma saudade imensa, que nos leva de volta ao passado, sempre!!!!No entanto, tenho certeza que Eudes está nesse Reino minha irmã, com a sua bondade e desapego as coisas materiais, que em vida tem endoidando tanta gente.É bom agente sempre lembrar que, no reino de Deus, o culto ao material não existe e que as pessoas precisam parar de toda hora estar justificando cifras pagas, cifras previstas…Leva à loucura e sem cura!!!!!!!!!!!!

      terça às 19:50 · Curtir ·  1 pessoa
    • Cesar Nazianzeno a saudade doi, não é fácil olhar pra frente e ver que aquela pessoa que amamos partiu sem retorno. o que temos que fazer é transformar esse sentimento de ausência em algo que preencha nosso espaço vazio e nos fortaleça! pois palavras são palavras. só sabe quem passa por isso! graças à Deus a morte não é para alguns, e sim para todos nós, por isso não devemos desfalecer diante dos fatos! só nos resta viver! bjs

      terça às 22:35 · Curtir ·  2 pessoas
    • Mauricio Naziaseni Naziaseni Tia, tenha certeza q o tio foi um homem, honesto, integro e honrado, um exemplo de pessoa, como meu querido pai, dizer apenas….saudades, saudades, saudades…

      terça às 22:47 · Curtir ·  2 pessoas
    • Marcia Nasiasene Não tenho palavras. Tia. Ainda não sei como podemos resolver o item “saudade”. Sei apenas que o nosso coração se conforta porque cremos em Deus e em vida após a morte. Tenho muita pena do incrédulo. Para este existe o fim, para nós não. Vem logo! Estou doida para te abraçar!

      há 9 horas · Curtir
Publicado por: Alexandre Nasiasene | 19 19UTC março 19UTC 2011

Esôfago de barret

Esôfago de barret é uma doença grave relacionada com o refluxo das secreções gástricas no estômago que pode evoluir para o câncer de esôfago se não for devidamente tratado.


O tratamento é feito com recomendações alimentares e medicamentos que diminuem a acidez no estômago. E nos casos mais graves, uma cirurgia pode ser indicada.
No esôfago de barret as paredes da parte final do esôfago mudam de cor e de espessura numa tentativa do corpo de se manter protegido da acidez vinda do estômago.
Essas alterações podem ser observadas através de uma endoscopia digestiva e se forem consideradas muito graves (cerca de 10%)  podem evoluir para um câncer.

fonte: Tua Saude

Também:

O esôfago de Barrett é uma alteração geralmente diagnosticada durante a endoscopia digestiva e confirmado através de biópsias da região acometida. Como o refluxo gastroesofágico se associa firmemente com o esôfago de Barrett, nos quadros de queimação retroesternal (no tórax) crônica, é importante que os pacientes sejam submetidos a endoscopia digestiva para avaliação esofágica. Quanto à epidemiologia da doença, o esôfago de Barrett ocorre mais frequentemente em adultos de média idade (55 anos) e idosos, acometendo duas vezes mais homens que mulheres, com uma incidência na população geral de 0,9 a 4,5%. Este tipo de lesão não causa sintomas, e quando estes estão presentes são associados ao refluxo gastroesofágico, caracterizados principalmente por queimação e regurgitação. A estimativa anual de cânceres de esôfago originários em pacientes com esôfago de Barrett varia de 0,2 a 2%, e apesar do risco de desenvolvimento tumoral ser 30 vezes maior que na populção geral, o risco absoluto é relativamente pequeno. Por isso, os paciente com esôfago de Barrett devem ter acompanhamento médico contínuo, mas não devem de forma alguma desenvolver angústia exagerada em relação ao diagnóstico.

O tratamento do esôfago de Barrett se orienta em três cuidados principais: o tratamento do refluxo gastroesofágico, o acompanhamento endoscópico, e o tratamento das complicações da lesão esofagiana (displasia). Em relação ao tratamento dos sintomas de refluxo, eles não se alteram em relação aos casos de refluxo com ou sem esôfago de Barrett. Estas medidas incluem melhoria dos hábitos alimentares, perda de peso e, principalmente, medicações que diminuam a acidez gástrica de forma efetiva. A cirurgia é uma opção para o tratamento do refluxo, mas deve ser realizada em casos severos e de difícil tratamento medicamentoso, já que a realização da cirurgia não diminui a incidência do câncer esofágico.

Em relação ao acompanhamento endoscópico dos casos de esôfago de Barrett, ele tem como principal intenção diagnosticar o quanto antes as alterações celulares pré-malignas, como a displasia A displasia, que é uma alteração celular mais grave que a metaplasia (esôfago de Barrett), fornece subsídios às células esofágicas para que estas se malignizem, ou seja, se tornem células cancerígenas. As displasias são classificadas em baixo e alto grau. As displasias de baixo grau (poucas alterações celulares) devem ser acompanhadas de forma muito próxima com endoscopias anuais, sendo realizadas biópsias seriadas da região comprometida. Por outro lado, a dispasia de alto grau (muitas alterações celulares) pode necessitar da retirada desta mucosa por endoscopia (mucosectomia) ou técnicas ablativas, e nos casos com comprometimento mais extenso até mesmo a retirada do esôfago acometido (esofagectomia) pode ser indicada.

DICAS PARA QUEM TEM O PROBLEMA DA DOENÇA DO REFLUXO E O ESÔFAGO DE BARRET (EU!!)

Doença do Refluxo Gastroesofáaico
1.   Não fumar – o cigarro diminui a proteção da mucosa do esôfago e estômago.
2.   Evite deitar ou fazer esforço de estômago cheio(Deíte no mínimo 2h após o jantar).
3.   Perca peso se estiver acima do seu peso ideal.
4.   Evite roupas apertadas – facilita o refluxo.
5.   Evite alimentos que prejudicam a digestão e facilitam o refluxo: fríturas, gorduras, chocolates, condimentos fortes, excesso de cebola, alho e café. Substitua leite integral pelo desnatado e os queijos amarelos pelos brancos (caso você não seja intolerante ao leite).
6.   Evite refrigerantes, bebidas gasosas e sucos cítrícos. Beba água sem gás.
7.   Evite bebidas alcoólicas.
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8.   Evite encher demais o seu estômago – a digestão fica difícil, mais demorada e facilita a ocorrência do refluxo.
9. Eleve a cabeceira da cama – principalmente se você costuma ter azía durante a noite. Utilize um calço de 10 a 15 cm. Não adianta recorrer a travesseiros comuns. Em lojas especializadas existem travesseiros anti-refluxo.
10. Medicamento – a decisão de manter o medicamento por períodos prolongados é uma decisão a ser tomada entre você e o seu médico.
11. Qualquer dúvida adicional pergunte ao seu médico.

ESÔFAGO DE BARRETT: MEDICAÇÃO OU CIRURGIA

O esôfago de Barrett é o nome dado a uma alteração do tecido mucoso da parte final do esôfago (próximo ao estômago), também chamada de metaplasia intestinal.

O esôfago de Barrett decorre da persistência do refluxo gastroesofágico, que leva a uma adaptação da mucosa do esôfago em resposta à agressão do suco gástrico refluído (em geral ácido), tornando esta mucosa mais resistente ao líquido ácido agressor.

Tem grande importância devido a sua relação com o desenvolvimento do câncer de esôfago (adenocarcinoma de esôfago).

Há uma variação quanto a extensão da lesão esofágica e que está diretamente relacionada à severidade do refluxo, podendo caracterizar o que se denomina esôfago de Barrett curto (”short”) ou longo (”long”). Ou seja, quanto maior a intensidade do refluxo gastroesofágico, maior a tendência ao aumento da área comprometida.

Os esôfagos de Barrett curtos (menor de 3cm) têm uma incidência de displasia, que é uma alteração celular pré-maligna, menor do que os longos (maior que 3cm), o que também ocorre em relação ao câncer de esôfago.

No entanto, independentemente das dimensões das lesões e riscos associados, o esôfago de Barrett deve ter acompanhamento regular.

O esôfago de Barrett é uma alteração geralmente diagnosticada durante a endoscopia digestiva e confirmado através de biópsias da região acometida. Como o refluxo gastroesofágico se associa firmemente com o esôfago de Barrett, nos quadros de queimação retroesternal (no tórax) crônica, é importante que os pacientes sejam submetidos a endoscopia digestiva para avaliação esofágica.

Quanto à epidemiologia da doença, o esôfago de Barrett ocorre mais frequentemente em adultos de média idade (55 anos) e idosos, acometendo duas vezes mais homens que mulheres, com uma incidência na população geral de 0,9 a 4,5%.

Este tipo de lesão não causa sintomas, e quando estes estão presentes são associados ao refluxo gastroesofágico, caracterizados principalmente por queimação e regurgitação.

A estimativa anual de cânceres de esôfago originários em pacientes com esôfago de Barrett varia de 0,2 a 2%, e apesar do risco de desenvolvimento tumoral ser 30 vezes maior que na populção geral, o risco absoluto é relativamente pequeno.

Por isso, os paciente com esôfago de Barrett devem ter acompanhamento médico contínuo, mas não devem de forma alguma desenvolver angústia exagerada em relação ao diagnóstico.

O tratamento do esôfago de Barrett se orienta em três cuidados principais: o tratamento do refluxo gastroesofágico, o acompanhamento endoscópico, e o tratamento das complicações da lesão esofagiana (displasia).

Em relação ao tratamento dos sintomas de refluxo, eles não se alteram em relação aos casos de refluxo com ou sem esôfago de Barrett. Estas medidas incluem melhoria dos hábitos alimentares, perda de peso e, principalmente, medicações que diminuam a acidez gástrica de forma efetiva.

A cirurgia é uma opção para o tratamento do refluxo, mas deve ser realizada em casos severos e de difícil tratamento medicamentoso, já que a realização da cirurgia não diminui a incidência do câncer esofágico.

Em relação ao acompanhamento endoscópico dos casos de esôfago de Barrett, ele tem como principal intenção diagnosticar o quanto antes as alterações celulares pré-malignas, como a displasia A displasia, que é uma alteração celular mais grave que a metaplasia (esôfago de Barrett), fornece subsídios às células esofágicas para que estas se malignizem, ou seja, se tornem células cancerígenas.

As displasias são classificadas em baixo e alto grau. As displasias de baixo grau (poucas alterações celulares) devem ser acompanhadas de forma muito próxima com endoscopias anuais, sendo realizadas biópsias seriadas da região comprometida.

Por outro lado, a dispasia de alto grau (muitas alterações celulares) pode necessitar da retirada desta mucosa por endoscopia (mucosectomia) ou técnicas ablativas, e nos casos com comprometimento mais extenso até mesmo a retirada do esôfago acometido (esofagectomia) pode ser indicada.

Fonte: www.drfernandovalerio.com.br

ESÔFAGO DE BARRETT

Esôfago de Barrett (EB ou síndrome de Barrett) é uma doença na qual há uma mudança anormal (metaplasia) nas da porção inferior do esôfago. Acredita-se que seja causada por uma exposição prolongada ao conteúdo ácido proveniente do estômago (esofagite de refluxo).

O esôfago de Barrett é encontrado em cerca de 10% dos pacientes que procuram tratamento médico para a doença do refluxo gastroesofágico.

Imagem endoscópica de um esôfago de Barrett. Observe a mancha de “cor salmão” da lesão causada pela exposição prolongada do esôfago ao conteúdo gástrico ácido.

O esôfago de Barrett possui relevância clínica por ser considerado uma condição pré-maligna, ou seja, é uma lesão associada a um risco aumentado de câncer esofágico. Estima-se que a incidência de adenocarcinoma no esôfago de Barrett varie de 1:146 pacientes/ano, a 1:180, 1:184 ou 1:222, conforme a fonte. O risco varia de 0,2 a 2,1% ano em pacientes sem displasia, o que representa um risco de incidência de câncer de esôfago 30 a 125 vezes maior que a população em geral.

A doença recebe o nome em homenagem ao Dr. Norman Barrett (1903–1979), cirurgião australiano do Hospital de St Thomas no Reino Unido que descreveu a doença pela primeira vez em 1957.

Esôfago e estômago

O esôfago é um órgão oco em forma de tubo que une a faringe ao estômago. Sua principal função é, através de contrações peristálticas, realizar o transporte do alimento ingerido em direção ao estômago. O conteúdo do estômago é muito ácido, enquanto o do esôfago não é.

Em função disso, o estômago possui um revestimento especial resistente à acidez. No entanto, o esôfago não possui um revestimento especial que seja capaz de resistir ao conteúdo ácido do estômago que se desloca até o esôfago quando a pessoa tem doença do refluxo gastroesofágico.

Causa

O esôfago de Barrett ocorre em pacientes com doença do refluxo gastroesofágico de longa duração (vários anos). Representa uma resposta adaptativa da mucosa esofágica à agressão causada pelo conteúdo estomacal, que segue sentido contrário ao normal, que é descendente. Os fatores de risco para desenvolvimento do EB são os que favorecem o refluxo gastroesofágico, e incluem a hérnia de hiato, a incompetência do esfíncter inferior do esôfago e o refluxo do conteúdo duodenogástrico.

Ainda não se sabe ao certo por que o esôfago de Barrett somente se desenvolve em pessoas que possuem a doença do refluxo gastroesofágico.

Patologia

O esôfago de Barrett é caracterizado por uma modificação no epitélio do órgão. Na doença, ocorre a presença de epitélio colunar na porção inferior do esôfago, substituindo o epitélio escamoso normal do esôfago.

Esta transformação do epitélio é um exemplo de metaplasia. Apesar de o epitélio colunar ser capaz de suportar melhor a ação erosiva das secreções do estômago; esta metaplasia confere um risco aumentado de câncer no esôfago do tipo adenocarcinoma.[4]

As células colunares metaplásicas podem ser de dois tipos: gástricas (similares às do estômago, que não são tecnicamente um esôfago de Barrett) ou intestinais (similares às células dos intestinos). Uma biópsia da área afetada geralmente irá apresentar uma mistura de ambos os tipos. A metaplasia intestinal confere um risco maior de malignidade.

Sinais e sintomas

Os sintomas de pacientes com esôfago de Barrett são, em geral, os mesmos dos pacientes com doença do refluxo gastroesofágica não-complicada. Pode ser identificado também em portadores de sintomas atípicos e dispépticos. O quadro clínico que mais sugere seu diagnóstico, segundo Cameron et al., é história de refluxo de longa duração e episódios de pirose (azia) noturna, em geral, acima de 5 anos.

Diagnóstico

A metaplasia do esôfago de Barrett é bastante visível através da endoscopia digestiva alta. No exame pode ser notada uma lesão de “cor salmão” ou “cor vermelho-róseo”.

O médico que realiza o exame endoscópico recolhe amostras da lesão esofágica (biópsia). Estas amostras devem ser levadas a um laboratório de análise patológica e analisadas em microscópio para determinar se as células são de natureza gástrica ou intestinal. A metaplasia intestinal é geralmente identificada com a ocorrência de células caliciformes no epitélio.

A presença das células metaplásicas intestinais é necessária para que o médico patologista ateste o diagnóstico da doença no laudo da biópsia.

Prognóstico e complicações

A principal complicação do esôfago de Barrett é a possibilidade das células continuarem a sofrer mutações a ponto de se tornarem cancerosas, gerando um câncer esofágico. Quanto mais cedo for detectada a metaplasia (o primeiro estágio de diferenciação), melhor o prognóstico.

O esôfago de Barrett pode desenvolver mudanças pré-cancerosas (displasias, que são o segundo estágio de diferenciação) em graus que variam de negativo (sem displasia), leve mas com mudanças significativas (displasia de baixo grau), a mudanças sérias (displasia de alto grau), e finalmente ao câncer invasivo.

O risco de um paciente com esôfago de Barrett desenvolver um adenocarcinoma de esôfago é 30 a 125 vezes maior que pessoas sem a doença.

No entanto, a maioria dos pacientes com esôfago de Barrett não irá desenvolver câncer de esôfago e irá morrer de outras causas. O risco de progressão para adenocarcinoma do esôfago está estimado em 0,4 a 0,5% ao ano em pacientes sem displasia que realizam biópsias de acompanhamento.

Não existe atualmente um método confiável de determinar se os pacientes com o esôfago de Barrett irão ou não desenvolver câncer de esôfago.[5]

Tratamento

Atualmente não existem medicamentos que façam com que o esôfago de Barrett regrida. Entretanto, os tratamentos atuais, que buscam tratar a doença do refluxo gastroesofágico, diminuem a progressão da doença e previnem as suas possíveis complicações, como o câncer esofágico.

Além disso, um acompanhamento deve ser realizado para o conhecimento da progressão da doença.

Tratamento do refluxo

O tratamento inclui o controle do refluxo com medicamentos e medidas que ajudem a preveni-lo. Para tratar o refluxo gastroesofágico o paciente pode realizar uma cirurgia de fortalecimento do músculo esfíncter inferior do esôfago, chamada de fundoplicação.

A dieta dos pacientes com EB é a mesma recomendada para os pacientes com a doença do refluxo gastroesofágico. Os pacientes devem evitar alimentos fritos e gordurosos, chocolate, álcool, café, frutas ou sucos cítricos, molho de tomate, ketchup, mostarda, aspirina ou outras drogas antiinflamatórias não-esteróides, entre outros cuidados.

Eles também devem evitar refeições 3 horas antes de dormir, elevar a cabeceira da cama, reduzir o peso (se estiverem com sobrepeso) e parar com o hábito de tabagismo.

Acompanhamento da evolução

As recomendações atuais incluem endoscopia e biópsia de rotina (em busca de mudanças displásicas) durante certos invervalos de meses. Se a metaplasia evoluir para uma displasia, os intervalos entre os exames de endoscopia são diminuídos.

Tratamento para displasia ou câncer esofágico

Se é descoberto que uma pessoa com EB possui uma displasia ou câncer, o médico geralmente irá recomendar uma cirurgia se a pessoa for suficientemente saudável, possuindo boas chances de ser curada.

O tipo de cirurgia pode variar, mas geralmente envolve a remoção da maior parte do esôfago, elevando o estômago no tórax para uni-lo à porção restante do esôfago. Muitos pacientes com o EB são idosos e possuem muitos outros problemas médicos que tornam a cirurgia inviável. Nestes pacientes, outros métodos de tratamento têm sido estudados.

Em displasias graves (de alto grau), tem sido utilizado o tratamento a laser, ao passo que o câncer esofágico pode necessitar de cirurgia, radioterapia ou quimioterapia sistêmica.

Epidemiologia

A idade média dos pacientes com esôfago de Barrett está entre 55 e 65 anos. Mais de 80% dos pacientes são homens brancos, com alguns estudos indicando uma prevalência maior em fumantes e alcoolistas.

A doença é rara em descendentes de africanos e asiáticos. A doença é duas vezes mais comum em homens do que em mulheres.

Estima-se que o EB afete 700.000 pessoas nos Estados Unidos da América.

Referências

Stein H, Siewert J (1993). “Barrett’s esophagus: pathogenesis, epidemiology, functional abnormalities, malignant degeneration, and surgical management”. Dysphagia 8 (3): 276-88. PMID 8359051.

Koppert L, Wijnhoven B, van Dekken H, Tilanus H, Dinjens W (2005). “The molecular biology of esophageal adenocarcinoma”. J Surg Oncol 92 (3): 169-90. PMID 16299787.

Barrett N (1957). “The lower esophagus lined by columnar epithelium”. Surgery 41 (6): 881-94. PMID 13442856.

Fléjou J (2005). “Barrett’s oesophagus: from metaplasia to dysplasia and cancer”. Gut 54 Suppl 1: i6-12. PMID 15711008.

Reshamwala P, Darwin P (2006). “Endoscopic management of early gastric cancer”. Curr Opin Gastroenterol 22 (5): 541-5. PMID 16891887.

Fonte: clique aqui

POR: ALEXANDRE NASIASENE GOMES

Hoje, 7 de setembro, deixou de ser aquele feriado pelo Dia da Pátria, dia que me trazia muitas recordações do meu pai, militar, Coronel e que durante toda minha infância e até mesmo depois de casada influenciou-me com o seu patriotismo e gosto por desfile militar.

Tudo mudou, pois foi exatamente nesta data – 7 de setembro – que perdi o meu grande companheiro, o EUDES. Hoje completa um ano do seu falecimento. Estou aqui em João Pessoa, lugar que ele tanto amava, fugi de Brasília para ver se fugia da dor da lembrança de um dia tão triste. Já ofereci um tercinho, rezado em Formosa; meu pensamento está voltado para ele e logo mais às 18 hs iremos à missa em sua intenção. UM ANO! Sobrevivi! E com certeza, daqui pra frente irei vivendo essa vida tão preciosa, sempre sentindo sua falta, mas com a sensação de que preciso seguir em frente, ser forte até vencer o meu “prazo de validade”, como ele gostava de dizer…Como Cristã, acredito que ele está com DEUS velando por nós com o mesmo amor e ternura. A vida continua e é preciso viver, enfrentar a vida vigorosamente, corajosamente e espiritualmente.

Eu sou a ressurreição e a vida: quem crê em Mim, ainda que esteja morto, viverá. João, 11:25

SAUDADES! Lourdinha

Lourdinha….

Continuando…. (agora Alexandre, filho….)

Faz um ano e a saudade só aumenta. Parece que a vida nunca mais vai ser completa. Mas reforço as palavras bonitas da minha mãe…

Por isso, não deixem de abraçar o seu pai! a sua mãe!! a sua irmã! Aqueles que você ama !!! Viva a vida !!! Intensamente !! Nós não somos eternos !!! Ninguém é eterno. Pode não haver tempo amanhã….

e recorro ao Fábio Júnior:

Pai!
Pode ser que daqui a algum tempo
Haja tempo prá gente ser mais
Muito mais que dois grandes amigos
Pai e filho talvez…

Pai!
Pode ser que daí você sinta
Qualquer coisa entre
Esses vinte ou trinta
Longos anos em busca de paz…

Pai!
Pode crer, eu tô bem
Eu vou indo
Tô tentando, vivendo e pedindo
Com loucura prá você renascer…

Pai!
Eu não faço questão de ser tudo
Só não quero e não vou ficar mudo
Prá falar de amor
Prá você…

Pai!
Senta aqui que o jantar tá na mesa
Fala um pouco tua voz tá tão presa
Nos ensine esse jogo da vida
Onde a vida só paga prá ver…

Pai!
Me perdoa essa insegurança
Que eu não sou mais
Aquela criança
Que um dia morrendo de medo
Nos teus braços você fez segredo
Nos teus passos você foi mais eu…

Pai!
Eu cresci e não houve outro jeito
Quero só recostar no teu peito
Prá pedir prá você ir lá em casa
E brincar de vovô com meu filho
No tapete da sala de estar
Ah! Ah! Ah!…

Pai!
Você foi meu herói meu bandido
Hoje é mais
Muito mais que um amigo
Nem você nem ninguém tá sozinho
Você faz parte desse caminho
Que hoje eu sigo em paz
Pai! Paz!…

e para os que não sabem, Aquarela… que fala da morte… de uma maneira incrível..


Publicado por: Alexandre Nasiasene | 8 08UTC setembro 08UTC 2008

ATO DE ESPERANÇA

Infelizmente depois de muita luta contra esta terrível doença, meu PAI ESTÁ NO CÉU. 

Sábado, já pressentíamos que estava chegando a hora. Minha MÃE, minhas IRMÃS, eu e meu CUNHADO estávamos apreensivos. 

As 10 horas do dia 7 de setembro de 2008, NOSSO AMADO E QUERIDO EUDES FOI PARA O CÉU. 

O CÉU ESTÁ EM FESTA. 

Obrigado a todos os parentes, amigos que ajudaram de alguma forma, durante este “calvário” de meu querido Pai; Ele, um exemplo de vida digna, honesta, harmônica, equilibrada, cheio de competência, coerência, atitude e por aí vai. 

Meu Pai carregou a sua cruz até o final! Nos dias finais, agradeceu a Jesus pela companhia durante a luta contra o câncer e pediu PAZ. 

ASSIM ACONTECEU MEU PAI AMADO. 

MUITA SAUDADE. DOR IMENSA “PERDÊ-LO” MAS SEREMOS FORTES, SEREI FORTE A HONRAR O TEU SANGUE, SUA HERANÇA DE GLÓRIA, VIDA DIGNA E HONESTA. 

ALEXANDRE NASIASENE GOMES E FAMÍLIA

 

 

CERTEZA

Fernando Sabino

 Se ela dança … eu Danço…

De tudo, ficaram três coisas:

A certeza de que ele estava sempre começando…

A certeza de que era preciso continuar…

A certeza de que seria interrompido antes de terminar….

Fazer da interrupção um caminho novo …

Fazer da queda um passo de dança…

Do medo, uma escada…

Do sonho, uma ponte…

Da procura, um encontro…

 

 

 

ATO DE ESPERANÇA

Senhor Jesus Cristo, tu és nossa esperança, agora e na hora de nossa morte!

Contagiados pela tua Palavra, aguardamos Vida Nova que vai brotar de nossas cinzas. Pois acreditamos que a morte é “passagem” do nosso ser, de um corpo perecível para um corpo marcado com o selo da imortalidade. 

Sabemos, Senhor, que este velho corpo não pode sobreviver,  já que foi construído aqui na terra.
Esperamos por outro, que jamais perecerájá que é construído no céu: à semelhança daquele que tu mesmo ganhaste ao ressuscitar, primícias da nova humanidade, que por ti vive em ti espera.

Essa “passagem” é mistério incompreensível para nós. Mas é mistério de vida, não de morte.Mistério que dá sentido à nossa existência humana, ao nosso peregrinar e sofrer por este mundo.

Como tu mesmo falaste, Senhor, toda semente jogada ao chão acaba apodrecendo. Depois, porém. volta à luz do sol. de roupagem nova e cores festivas.

Se a erva do campo e as flores do jardim apodrecem e renascem, por que o homem, uma vez ferido pela morte, não poderia também se levantar de novo?

Ao espalhar a semente pela terra revolvida, o camponês anda firme na esperança de que ela voltará de novo à luz, trazendo alimento à mesa e alegria ao coração.

Mas nossa esperança de renascer para a Vida Nova é mais funda mentada que a do semeador. Por que ele se baseia nas leis da natureza; nós nos fundamentamos em ti, Senhor: em tua Palavra, em tuas promessas, em tua vitória sobre a morte..

Obrigado, Senhor, pela esperança que semeaste em nosso coração, primeira flor da tua ressurreição! 
Se 
com efeito, sem ela seria terrível enfrentar a vida, mais terrível seria enfrentar a morte…

 Pe. Virgílio, ssp

Publicado por: Alexandre Nasiasene | 28 28UTC agosto 28UTC 2008

“Quem acha a sua vida a perderá, e quem perde a sua vida por minha causa a encontrará.”

Mateus 10:39

Pensamento: É comum hoje ouvir pregações proclamando que Jesus quer que todos os “abençoados” de Deus tenham abundância de bens materiais. “Tenha fé e Deus lhe dará o emprego, o carro, a casa, o cônjuge que você tanto sonha e certamente merece!” Será? Esta segurança e felicidade, esta “vida” não é alvo do verdadeiro discípulo. Não há nada de errado em possuir ou desfrutar dessas coisas. No entanto, o foco e ensino destas coisas leva pessoas a buscarem justamente a vida que Jesus rejeitou. Dietrich Bonhoeffer bem falou “Nesta promessa nós ouvimos a voz daquele que segura as chaves da morte, o Filho de Deus, que vai até a cruz e a ressureição, e leva com eles os seus. Você é dele? Você vai junto com ele? O verdadeiro discípulo morre de várias formas e para muitas coisas. Uma das mais difíceis talvez seja para os desejos pessoais desse mundo. Mas, dessa morte nasce uma nova vida que valerá e durará para sempre. Olhe para Jesus e permita que ele preencha os desejos do seu coração e os sonhos da sua vida. À medida em que você encontrar sua vida em Jesus, você encontrará também a melhor das vidas aqui na terra e ainda a vida eterna no porvir. Procure sua vida em Jesus. Eis aí a verdadeira vida. Esta vida você achará e nunca perderá.

Oração: Pai nosso, dê-me a coragem para abrir mão das coisas que busco para satisfazer apenas meus desejos. Ajude-me a viver só para Jesus, para que somente Jesus possa finalmente viver através de mim. Em nome do Cristo ressurecto eu oro. Amém.

Fonte: www.hermeneutica.com.br

Publicado por: Alexandre Nasiasene | 21 21UTC agosto 21UTC 2008

A vida é muito curta…

Eu já perdoei erros imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis e
esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
quando nunca pensei me decepcionar,
mas também decepcionei alguém.

Já abracei prá proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
amei e fui amado,
mas também fui rejeitado,
fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
“quebrei a cara” muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só pra escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo)!

Mas vivi! E ainda vivo! Não passo pela vida…
e você também não deveria passar!
Viva!!! Bom mesmo é ir a luta com determinação,
abraçar a viva e viver com paixão,
perder com classe e vencer com ousadia,
por que o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é MUITO para ser insignificante.

Charles Chaplin

Publicado por: Alexandre Nasiasene | 21 21UTC agosto 21UTC 2008

Saudade

Pai, querido, Pai amado.

Um dia você cuidou de mim, de minhas irmãs. Enquanto minha mãe estudava na Faculdade de noite, o senhor ficava com “as crianças”. O tempo foi passando meu Pai. Hoje sou eu quem cuida do senhor, junto da sua amada esposa, minha querida mãe.

O juramento no altar, até que a morte os separe, parece fazer sentido real agora.

Não sabemos porque mais algumas pessoas passam por um sofrimento enorme em vida, como o calvário de Jesus Cristo. Nada disso será em vão.

Creio que iremos todos para um lugar maravilhoso, quando deixarmos esta vida terrena. Lá, encontraremos os entes queridos e amigos que já estão por lá: Tia Ivena, Vovô Morena, seu Pai e tantas outras entidades sagradas.
Mas ainda não é o momento. Quem sabe o momento é Deus.

Agora, meu pai, gostaria de invocar os espíritos de luz de sua genealogia para que formem uma fila atrás do senhor.

Imagine seu pai. Ele está ao seu lado agora pedindo força e a misericórdia de Deus Pai Todo Poderoso. Pense em tudo de bom que seu pai fez, imagine as coisas boas. Sinta a sua presença porque ele vai intervir a Deus Nosso Senhor, que faça desaparecer as céluas cancerosas que estão em seu corpo. Ele que já sofreu todo o mal desta enfermidade, vai intervir pelas Santas Chagas de Jesus Cristo, pelo amorosíssimo Nome de Jesus Cristo.

Imagine agora sua mãe, a Dona Morena.
Que nos deixou recentemente. Ela reforçará o pedido e a intervenção à Nossa Senhora, a Virgem Maria que por sua vez solicitará a intervenção por um milagre, o milagre da cura que já não é possível pelas mãos dos Homens.

Imagine sua irmã, Ivena.

Seu espírito de luz, de mãe, de quem sofreu na pele a dolorosa doença que também o acomete, irá reforçar a fila que está sendo formada atás do senhor, que ESTÁ ENTRE NÓS, e VAI SER CURADO pelo MILAGRE DA INTERVENÇÃO DE JESUS CRISTO.

Imagine agora,Tio Iremar, Coronel Ademar, Tia Georgina, Tia Luizinha….

eles estão se juntando a fila atrás do Senhor agora neste momento.

todos estão intervindo junto a Deus Pai Todo Poderoso a misericórdia e a CURA MILAGROSA DE EUDES LUIZ GOMES.

ESTE TESTEMUNHO SERÁ DADO COMO GLÓRIA E HONRA DE JESUS E SERÁ PROPAGADO NOS QUATRO CANTOS DO MUNDO.

SEU CORPO SERÁ CURADO, AS FORÇAS RESTAURADAS.

OS MÚSCULOS FORTALECIDOS

A MENTE, REANIMADA

A DOR DESAPARECERÁ

A FÉ DESPERTARÁ

A FOME, VOLTARÁ

JÁ NÃO HAVERÁ MAIS SOFRIMENTO

TUDO FICOU PARA TRÁS AGORA NESTE MOMENTO

DE PAZ, HARMONIA E FELICIDADE

Publicado por: Alexandre Nasiasene | 27 27UTC junho 27UTC 2008

A vida é feita de momentos


Lembre-se sempre que a vida é feita de momentos.
Talvez o hoje não seja o seu melhor momento.
Talvez o passado tenha deixado saudade.
E talvez o futuro lhe traga tanta incerteza.
Mas tenha a certeza de que tudo tem o seu tempo.
Se alegrias vieram, elas também se vão.
Assim como as tristezas.

Por isso se agora parece o fim.
Amanhã será o recomeço.
É preciso ter fé.
Fé para vencer os obstáculos.
E também para enfrentar novos desafios.
Porque quando vencemos, novas provas são colocadas a nossa frente.
É preciso coragem.
Coragem para não desistir diante das dificuldades.
Coragem para encarar a dor.
Coragem para deixar as lágrimas rolarem.


E coragem para levantar e prosseguir na caminhada.
Se o cansaço parece estar chegando, não desanime.
A caminhada é longa.
Mas chegaremos ao nosso destino.
Talvez feridas surjam durante o percurso.
Mas elas também irão se cicatrizar.
Se fomos abandonados por alguém a quem amávamos
Outras pessoas especiais irão surgir em nossa vida.
Basta confiarmos.
Se formos surpreendidos pelo sofrimento, de nada adianta a revolta.
Temos que ter a paciência, tudo tem um porquê.
Se em alguma esquina formos surpreendidos pelo sofrimento, devemos prosseguir, porque a vida irá continuar,

mesmo que tenhamos decididos ficar no chão.
Se os sonhos parecerem perdidos, devemos lutar para realizá-los.
E se eles estiverem realmente perdidos, busquemos novos horizontes.
Se o céu parece distante, cuidemos das nossas asas para que um dia, possamos alcançá-lo.
Se a alegria parece pouca, passemos a batalhar por ela.
Se os sorrisos são escassos, então passemos a sorrir para quem cruzar o nosso destino.
E se insegurança e a ansiedade são incontroláveis, acreditemos no silêncio e coloquemo-nos a ouvir o que o nosso interior tem a dizer.
Se a posição que ocupamos não é a que almejamos, trabalharemos pelo nosso progresso, sem jamais desprezar alguém ou deixar uma pessoa caída pelo caminho.
E quando o desânimo quiser nos dominar, façamos uma oração sincera, pedindo proteção ao Pai e assim, iremos ter a convicção de que ainda há muito a ser feito…

Publicado por: Alexandre Nasiasene | 10 10UTC maio 10UTC 2008

Câncer e outros Tumores do sistema Digestivo

Uma ampla variedade de tumores pode desenvolver-se ao longo do trato digestivo (gastrointestinal), do esôfago ao reto. Alguns desses tumores são cancerosos (malignos) e outros não são cancerosos (benignos).

Esôfago

O tumor benigno mais freqüente do esôfago é leiomioma, um tumor do músculo liso. Na maioria dos casos, o prognóstico do leiomioma é excelente. O câncer de esôfago mais comum é o carcinoma, seja o carcinoma de células escamosas (também denominado carcinoma epidermide ou escamocelular), seja o adenocarcinoma. outros tipos de câncer de esôfago incluem o linfoma (câncer dos linfócitos), o leiomiossarcom a (câncer do músculo liso do esôfago) ecâncer que se disseminou (produziu metástases) de qualquer outro local do corpo.

O câncer pode ocorrer em qualquer região do esôfago. Ele pode manifestar-se com o uma estenose do esôfago, com o um nódulo ou com o uma área achatada anormal (placa). O câncer de esôfago é mais comum em indivíduos que apresentam estenose de esôfago devido à ingestão de um álcali forte (p. Ex., a lixívia, utilizada para a limpeza). O câncer de esôfago também é mais comum entre os indivíduos com acalasia (distúrbio no qual o esfíncter esof gico inferior não consegue abrir adequadamente), com obstruções do esôfago (p. Ex., membrana esofágica) ou com câncer da cabeça e do pescoço.

O tabagismo e o alcoolismo também aumentam o risco de câncer de esôfago. Na realidade, eles são os fatores de risco mais importante do carcinoma de células escamosas (epidermide ). Parece que certas alterações do revestimento do esôfago precedem o desenvolvimento do câncer em alguns indivíduos. Essas alterações ocorrem após uma irritação prolongada do esôfago devido ao refluxo ácido ou de bile.

Sintomas e Diagnóstico

Como o câncer de esôfago tende a obstruir a passagem dos alimentos , o primeiro sintoma comumente é a dificuldade de deglutição de alimentos sólidos. No decorrer de v rias semanas, o problema evolui e o individuo apresenta dificuldade para deglutir alimentos pastosos e, em seguida, líquidos. O resultado é uma perda de peso acentuada. O câncer de esôfago é diagnosticado por meio de um procedimento radiológico denominado trânsito de bário, no qual o indivíduo ingere uma solução de bário, o qual é radiopaco e, conseqüentemente, pode ser observado nas radiografias do esôfago, delineando a obstrução. A região anormal também deve ser examinada com o auxílio de um endoscópio (tubo de visualização flexível). O endoscópio permite ao médico coletar uma amostra de tecido (biópsia) e células livres (citologia deescova) para exame microscópico.

Tratamento e Prognóstico

Menos de 5% dos indivíduos com câncer de esôfago sobrevivem mais de cinco anos. Muitos morrem no primeiro ano após a manifestação dos primeiros sintomas. A quimioterapia não cura o câncer de esôfago. No entanto, quando utilizada isoladamente ou combinada à radioterapia, ela pode reduzir os sintomas e prolongar a vida. Quando ela é possível, a cirurgia para remover o tumor provê um alívio temporário dos sintomas, mas raramente ela é curativa. Outras medidas que aliviam os sintomas incluem a dilatação da área estenosada do esôfago, a passagem de uma sonda para manter o esôfago aberto, o desvio (bypass) do tumor utilizando uma alça intestina e a laser terapia para destruir o tecido canceroso que está causando a obstrução do esôfago.

Estômago

É improvável que tumores benignos do estômago causem sintomas ou problemas clínicos. Ocasionalmente, no entanto, Alguns sangram ou tornam-se cancerosos. Aproximadamente 99% dos câncer es de estômago são adenocarcinomas. Outros câncer estômago são o leiomiossarcom as (câncer esdo músculo liso) e os linfomas. O câncer de estômago é mais comum em idosos. Menos de 25% desse câncer ocorrem em indivíduos com menos de 50 anos de idade. O câncer de estômago é extremamente comum no Japão, na China, no Chile e na Islândia. Nos Estados Unidos, ele é mais comum entre os indivíduos pobres, os da raça negra e os habitantes do norte do país. Ele é a sétima causa mais comum de morte devida ao câncer nos Estados Unidos, ocorrendo em aproximadamente 8 em cada 100.000 habitantes. Por razões desconhecidas, o câncer de estômago está se tornando menos comum nos Estados Unidos.

Causas

Freqüentemente, o câncer de estômago inicia em um local onde o revestimento do estômago encontra-se inflamado. Contudo, muitos estudiosos acreditam que essa inflamação é decorrente do câncer de estômago e não a sua causa. Alguns especialistas sugerem que as úlceras gástricas podem levar ao câncer do estômago, mas é provável que a maioria dos indivíduos com úlcera e câncer de estômago apresentava um câncer não detectado antes da ocorrência da úlcera. O Helicobacter pylori, bactéria que tem um papel importante com o causa de úlceras duodenais, também pode ter um papel em Alguns cânceres de estômago.

Acredita-se que os pólipos do estômago, tumores arredondados benignos e incomuns que se projetam para o interior da cavidade gástrica, sejam precursores do câncer e, por essa razão, eles são removidos. A ocorrência de câncer é especialmente provável em determinados tipos de pólipos, em um pólipo com mais de 2 cm de diâmetro ou quando existem vários pólipos. Acredita-se que certos fatores nutricionais tenham um papel no desenvolvimento do câncer de estômago. Esses fatores incluem a grande ingestão de sal, a grande ingestão de carboidratos, a grande ingestão de conservantes (nitratos)e a baixa ingestão de vegetais folhosos verdes e frutas. No entanto, não foi provado que qualquer um desses fatores cause câncer .

Sintomas

Nos estágios iniciais do câncer de estômago, os sintomas são vagos e passam facilmente desapercebidos. Quando os sintomas tornam-se evidentes, eles podem auxiliar na localização do câncer de estômago. Por exemplo, a sensação de plenitude ou de desconforto após uma refeição pode indicar um câncer na porção inferiordo estômago. A perda de peso ou a fraque za normalmente é decorrente de uma dificuldade para se alimentar ou de uma incapacidade para absorver determinadas vitaminas e minerais. A anemia pode ser resultante de um sangramento muito gradual que não causa outros sintomas.

É incomum o indivíduo apresentar hematêmese (vômito de sangue) abundante ou melena (fezes pretas, semelhantes ao alcatrão). No caso de um câncer de estômago avançado , o medico pode palpar uma massa através da parede abdominal. Mesmo nos estágios iniciais, um peque no tumor gástrico pode disseminar (produzir metástases) para locais distantes. A disseminação do tumor pode causar aumento do volumedo fígado , icterícia, ascite (acúmulo de líquido na cavidade abdominal) e nódulos cutâneos cancerosos. A disseminação do câncer também pode causar enfraque cimento ósseo, acarretando fraturas ósseas.

Diagnóstico

Os sintomas do câncer de estômago podem ser confundidos com os sintomas de uma úlcera péptica. O médico suspeita de um câncer de estômago quando os sintomas não desaparecem após um tratamento anti-ulceroso ou quando os sintomas incluem a perda de peso. Freqüentemente, são realizados estudos radiográficos contrastados com bário para sedetectar alterações da superfície do estômago. No entanto, eles raramente revelam cânceres de estômago iniciais e pequenos. A endoscopia (exame realizado com o auxílio de um tubo de visualização flexível) é o melhor procedimento diagnóstico, pois ela permite a visualização direta do estômago, a pesquisa do Helicobacter pylori, bactéria que pode ter um papel importante no câncer do estômago, e a obtenção de amostras de tecido para exame microscópico.

Tratamento e Prognóstico

Os pólipos gástricos benignos são removidos atravé s da endoscopia. Normalmente, quando o carcinoma está limitado ao estômago, é realizada uma cirurgia em uma tentativa de curá-lo. Durante o procedimento, todo o estômago ou a maior parte do mesmo e os linfonodos adjacentes são removidos. O prognóstico é bom quando o câncer não penetrou muito profundamente na parede do estômago. Nos Estados Unidos, os resultados da cirurgia são quase sempre insatisfatórios, pois a maioria dos indivíduos apresenta um câncer disseminado no momento em que o diagnóstico é realizado .

No Japão, onde os câncer es são detectados mais precocemente devido à investigação em massa com o uso da endoscopia, os resultados da cirurgia são melhores. Quando o carcinoma já disseminou além do estômago, o tratamento visa aliviar os sintomas e prolongar a vida. A quimioterapia e a radioterapia podem aliviar os sintomas. Alguma s vezes, a cirurgia é utilizada para aliviar os sintomas. Por exemplo, quando ocorre uma obstrução à passagem de alimentos na extremidade distal do estômago, uma operação de derivação (bypass) pode aliviar os sintomas. é realizada uma anastomose (conexão) entre o estômago e o intestino delgado que permite a passagem do alimento. Essa anastomose reduz os sintomas da obstrução (dor e vômito) pelo menos temporariamente. Os resultados da quimioterapia e da radioterapia são melhores para os linfomas gástricos que para os carcinomas. A maior sobrevida e inclusive a cura são possíveis.

Intestino Delgado

Quase todos os tumores do intestino delgado são benignos. Os tumores cancerosos, menos comuns, incluem os carcinomas, os linfomas e os tumores carcinóides.

Tumores Benignos

Os tumores benignos do intestino delgado são proliferações anormais de células gordurosas (lipomas), células nervosas (neurofibromas), células do tecido conjuntivo (fibromas) e células musculares (leiomiomas). A maioria dos tumores benignos são as sintomáticos. No entanto, os maiores podem acarretar perda de sangue nas fezes, uma obstrução intestinal parcial ou total ou o estrangulamento intestinal, quando uma parte do intestino invagina no interior de outra parte (uma condição denominada intussuscepção). Quando os sintomas parecem indicar a presença de um tumor no início ou no final do intestino delgado , o médico pode utilizar um endoscópio (um tubode visualização flexível) para observar o tumor e obter uma amostra de tecido para exame microscópico.

O estudo contrastado com bário pode mostrar todo o intestino delgado e pode ser utilizado para delimitar o tumor. Pode ser realizada A arteriografia (radiografia realizada após a injeção de um contraste em uma artéria) de uma artéria intestinal, especialmente quando o tumor estiver sangrando. De forma similar, pode-se injetar tecnécioradioativo na artéria e observar, com o auxílio de um radioscópio, com o ele escapa para o interior do intestino. Este procedimento ajuda a localizar o local onde o tumor está sangrando. O sangramento pode então ser corrigido cirurgicamente. Com o auxílio de um endoscópio, os tumores peque nos podem ser destruídos através da eletrocauterização, da obliteração por calor ou da fototerapia com laser. Para os tumores maiores, a cirurgia pode ser necessária.

Tumores Canceroso

O carcinoma de intestino delgado é incomum. Entretanto, os indivíduos com doença de Crohnno intestino delgado apresentam uma maior probabilidade que os outros de apresentá-lo. O linfoma, um câncer do sistema linfático, pode desenvolver-se na porção mé dia do intestino delgado (jejuno) ou na sua porção inferior (íleo). O linfoma pode acarretar enrijecimento ou alongamento de um segmento do intestino e é mais comum em indivíduos com doença celíaca. O intestino delgado, especialmente o íleo, é o segundo local mais comum (após o apêndice) de ocorrência de tumores carcinóides. Os tumores podem causar obstrução e sangramento do intestino, os quais, conseqüentemente, podem produzir sintomas com o a presença de sangue nas fezes, dor abdominal tipo cólica, distensão abdominal e vômito. Os tumores carcinóides podem sercretar hormônios que causam diarréia e rubor cutâneo. O diagnóstico de câncer de intestino delgado é estabelecido através de estudos radiográficos contrastados com bário, na endoscopia ou nalaparotomia exploradora. O melhor tratamento é a remoção cirúrgica do tumor.

Intestino Grosso e Reto

Os pólipos do intestino grosso e do reto são tumores que comumente são benignos. No entanto, com o Alguns deles são pré-cancerosos, os médicos geralmente recomendam a remoção de todos do intestino grosso e do reto. O câncer de intestino grosso e de reto são comuns nos países ocidentais.

Póliposo

O pólipo é um crescimento do tecido da parede intestinal, geralmente não canceroso, que invade a luz do intestino. Os pólipos podem crescer com ou sem pedículos e variam consideravelmente de tamanho. Mais comumente, os pólipos desenvolvem-se no reto e na porção mais baixa do intestino grosso. Eles são menos com uns nas regiões mais altas do intestino grosso. Aproximadamente 25% dos indivíduos com câncer de intestino grosso também apresentam pólipos em outras áreas do intestino grosso. Fortes evidências sugerem que os pólipos adenomatosos podem tornar-se cancerosos se permanecerem no intestino grosso. Quanto maior o pólipo, maior o risco dele ser canceroso.

Sintomas e Diagnóstico

A maioria dos pólipos é assintomática, mas o sintoma mais comum é o sangramento retal. Um pólipo grande pode causar cólicas, dor abdominal ou obstrução intestinal. Raramente, um pólipo comum pedículo longo pode exteriorizar-se através do ânus. Os pólipos grandes com projeções digitiformes (adenomas vilosos) podem excretar água e sais, causando uma diarré ia aquosa intensa, a qual pode acarretar uma redução da concentração de potássio no sangue (hipocalemia). Este tipo de pólipo apresenta maior probabilidade de ser canceroso ou de se tornar canceroso.

O médico é capaz de palpar pólipos localizados no reto comum dedo enluvado . No entanto, eles comumente são descobertos durante a realização de uma sigmoidoscopia de rotina (examedo reto e da porção baixa do intestino grosso com o auxílio de um tubo de visualização flexível). Quando a sigmoidoscopia revela a existência de um pólipo, é realizada uma colonoscopia (exame de todo o intestino grosso com o auxílio de um tubo de visualização flexível). Este exame mais com pleto e confiável é feito porque , freqüentemente, o indivíduo apresenta mais de um pólipo e porque um ou mais pólipos podem ser cancerosos. A colonoscopia permite ao médico a realização de biópsias (coleta de uma amostra de tecido para exame microscópico) de qualquer região que pareça cancerosa.

Sarcom a de Kaposi

Uma forma agressiva do sarcom a de Kaposi ocorre principalmente em determinadas regiões da África, em receptores de transplantes e em indivíduos com AIDS. O sarcoma de Kaposi pode surgir em qualquer região do intestino, mas, usualmente, ele começa no estômago, no intestino delgado ou na extremidade distal do intestino grosso. Embora usualmente seja assintomático, o indivíduo pode apresentar proteínas e sangue nas fezes e diarréia. uma parte do intestino pode invaginar numa parte adjacente (condição denominada intussuscepção), o que pode causar obstrução intestinal e interrupção da circulação sanguínea na área, o que caracteriza uma emergência médica. O sarcoma de Kaposi também pode manifestar-se com o manchas vermelho-violáceasna pele. O médico suspeita de sarcom a de Kaposi quando os sintomas ocorrem num indivíduo que se enquadra num dos grupos de alto risco. para confirmar o sarcom a de Kaposi no intestino, é necessária a realização de uma laparotomia exploradora. O tratamento consiste na remoção cirúrgica do sarcoma. No caso de uma intussuscepção, a cirurgia de emergência é necessária.

Tratamento

Inicialmente, é realizada a evacuação do intestino com a administração de laxantes e enemas. A seguir, os pólipos são removidos durante a colonoscopia com o auxílio de um instrumento cortante ou de uma alça metálica eletrificada. Quando o pólipo não possui pedículo ou não pode ser removido durante a colonoscopia, a cirurgia abdomina pode ser necessária. O patologista examina os pólipos removidos. Se um pólipo for canceroso, o tratamento dependerá de determinados fatores. Por exemplo, o risco do câncer disseminar é maior quando ele já invadiu o pedículo do pólipo ou encontra-se próximo do ponto de secção. O risco também pode ser considerado alto baseando-se na avaliação do patologistano que diz respeito ao aspecto microscópicodo pólipo. Quando o risco é baixo, não há necessidade de qualquer tratamento adicional. Quando o risco é alto, o segmento afetado do intestino delgado é removido cirurgicamente e é realizada A a nastomose das extremidades seccionadas. Quando um indivíduo tem um pólipo removido , todo o intestino grosso é examinado através de uma colonoscopia um ano após e, posteriormente, em intervalos definidos pelo médico. Quando a colonoscopia é impossível devido a uma estenose do intestino grosso, pode ser utilizado um enema baritado . Qualquer pólipo novo será removido.

Polipose Familiar

A polipose familiar é um distúrbio hereditáriona qual ocorre a formação de 100 ou mais pólipos adenomatosos pré-cancerosos que revestem o intestino grosso e o reto. Os pólipos desenvolvem-se durante a infância ou a adolescência. Quase todos os indivíduos não tratados desenvolvem o câncer de intestino grosso (câncer de cólon) antes dos 40 anos de idade. A remoção total do intestino grosso e do reto elimina o risco de câncer . Entretanto, quando o intestino grosso é removido e o reto é anastomosado ao intestino delgado , os pólipos retais alguma svezes desaparecem . Por essa razão, muitos estudiosos preferem este procedimento. A parte remanescente do reto é examinada atravé s da sigmoidoscopia (exame comum tubo de visualização flexível) a cada 3 ou 6 meses e, dessa forma, os pólipos novos podem ser removidos.

Quando novos pólipos surgem muito rapidamente, o reto deve ser removido e o intestino delgado deve esvaziar através de uma abertura criada na parede abdominal. A conexão criada cirurgicamente entre o intestino delgado e a parede abdominal é denominada ileostomia. A síndrome de Gardner é um tipo de polipose hereditária no qual vários tipos de tumores benignos ocorrem tanto em outros locais do corpo quanto no intestino. com o outros tipos de polipose familiar, a síndrome de Gardner apresenta um risco elevado de câncer de cólon. A síndrome de Peutz-Jeghers é um distúrbio hereditáriono qual ocorre a formação de muitos tumores peque nos denominados pólipos juvenisno estômago, no intestino delgado e no intestino grosso. Os indivíduos nascem com esses pólipos ou eles podem desenvolver-se no início da infância. Os indivíduos com essa síndrome apresentam pele e membranas mucosas castanhas, especialmente dos lábios e gengivas. Os pólipos não aumentam o riscode câncer do trato intestinal. Entretanto, os indivíduos com síndrome de Peutz-Jeghers apresentam um maior risco de câncer de pâncreas, de mama, de pulmão, de ovário e de útero.

câncer Colorretal

Nos países ocidentais, o câncer de intestino grosso e de reto (câncer colorretal) é o segundo tipo mais comum de câncer e a segunda causa principal de morte por câncer . A incidência de câncer colorretal começa a aumentar em torno dos 40 anos de idade e atinge o máximo entre os 60 e os 75 anos. O câncer de intestino grosso (câncer de cólon) é mais comum em mulheres; o câncer retal é mais comum em homens. Aproximadamente 5% dos indivíduos com câncer de cólon ou de reto apresentam mais de um câncer colorretal concomitante. Os indivíduos com história familiar de câncer de cólon apresentam um maior risco de apresentar um câncer . uma história familiar de polipose ou de uma doença similar aumenta orisco de câncer de cólon. Os indivíduos com colite ulcerativa ou doença de Crohn apresentam um maior risco de desenvolver câncer .

O risco está relacionado à idade do indivíduo no momento do desenvolvimento da doença e o período de tempo que ele a apresenta. A dieta tem um certo papel no risco de câncer de cólon, mas desconhece-se exatamente com o ela afeta o risco. Em todo o mundo , os indivíduos com risco elevado tendem a viverem cidades e a consumir uma dieta típica dos ocidentais de bom nível sócio-econômico, aqual é pobre em fibras e rica em proteínas animais, gorduras e carboidratos refinados (p. Ex., – açúcar). O risco parece diminuir com uma dietarica em cálcio, vitamina D e vegetais (p. Ex., couve-de-bruxelas, repolho e brócolis).

O uso em dias alternados de um comprimido de aspirina parece reduzir o risco do câncer de cólon, mas esta medida não pode ser recomendada até que haja mais informações disponíveis. Normalmente, o câncer de cóloninicia com o um aumento de volume tipo botão sobre a superfície do revestimento intestinal ou sobre um pólipo. À medida que o câncer cresce, ele começa a invadir a parede intestinal. Os linfonodos vizinhos também podem ser invadidos. com o o sangue da parede intestinal é transportado ao fígado , o câncer de cólon normalmente dissemina (produz metástases) para o fígado logo apóster disseminado para os linfonodos vizinhos.

Sintomas e Diagnóstico

O câncer de cólon cresce lentamente e leva muito tempo para tornar-se suficientemente grande a ponto de causar sintomas. Os sintomas dependem do tipo, da localização e da extensãodo câncer . O cólon ascendente possuium grande diâmetro e uma parede delgada. Com o o seu conteúdo é líquido , ele somente sofre obstrução na fase avançada do câncer . Um tumor de cólon ascendente pode crescer tanto que o médico pode palpá-lo através da parede abdominal. No entanto, a fadiga e a fraqueza devidas à anemia intensa podem ser os únicos sintomas apresentados pelo indivíduo. O cólon descendente possui um diâmetro menor e uma parede mais espessa e as fezes são semi-sólidas.

O câncer tende a envolver essa parte do cólon, causando uma alternância entre a constipaçãoe evacuações freqüentes. com o o cólondescendente é mais estreito e a sua parede é mais espessa, o câncer pode acarretar uma obstrução mais precoce. O indivíduo pode buscar tratamento médico por causa de uma dor abdominal tipo cólica ou por uma dor abdominal intensa e constipação. As fezes podem apresentar estrias de sangue ou podem estar misturadas com sangue. No entanto, o sangue freqüentemente não pode ser observado e é necessária a realização de um exame laboratorial para detectá-lo.

A maioria dos cânceres sangra e, normalmente, lentamente. No câncer de reto, o sintoma inicial mais comum é o sangramento durante a evacuação. Sempre que o reto sangra, mesmo que o indivíduo saiba que possui hemorróidas ou uma doença diverticular, o médico deve – aventar a possibilidade de um câncer . No câncer de reto, o indivíduo pode apresentar evacuações dolorosas e uma sensação de esvaziamento incompleto do reto. Permanecer na posição sentada pode ser doloroso. No entanto, o indivíduo normalmente não sente dor originadado próprio tumor, exceto quando ele dissemina para os tecidos em torno do reto. Como ocorre também com outros cânceres, os exames diagnósticos preventivos de rotina auxiliam na detecção precoce do câncer de reto.

De uma forma simples e barata, pode ser realizada a pesquisa de quantidades microscópicas de sangue nas fezes. para ajudar a garantir a precisão dos resultados dos exames, o indivíduo deve consumir uma dieta rica em fibras e sem carne vermelha durante três dias antes de coletar uma amostra defezes e enviá-la ao laboratório. Se esse exame diagnóstico indicar uma possibilidade de câncer , devem ser realizados outros exames mais específicos. Antes da endoscopia, o intestino é esvaziado , freqüentemente com a administração de laxantes fortes ou de vários enemas. Aproximadamente 65% dos câncer es colorretais podem ser detectados comum sigmoidoscópio flexível de fibraóptica.

Quando um pólipo que pode ser canceroso é observado , o médico utiliza um colonoscópio, o qual possui um maior alcance, para examinar todo o intestino grosso. Alguns tumores que parecem cancerosos são removidos com o auxílio de instrumentos cirúrgicos introduzidos através do colonoscópio, enquanto outros devem ser removidos durante uma cirurgia tradicional. Os exames de sangue podem ser úteis no estabelecimento do diagnóstico. Os níveis do – antígeno carcinoembrionário no sangue estão altos em 70% dos indivíduos com câncer colorretal. Quando os níveis do antígenocarcino embrionário estiverem altos antes da cirurgia de remoção do câncer , eles podem diminuir após a cirurgia. Quando isto ocorrer, eles podem ser dosados nos check-ups subseqüentes. Uma elevação no nível sugere a recorrência do câncer. Dois outros antígenos, o CA 19-9 e o CA125, são similares ao antígeno carcinoembrionário e também podem ser dosados.

Disseminação do câncer e Taxas de Sobrevida
Disseminação do câncer         Taxa de Sobrevida Após Cinco Anos
Câncer limitado ao revestimento intestinal (mucosa)           90%
Câncer invadindo a camada muscular do intestino grosso           80%
Câncer disseminado aos linfonodos           30%

Tratamento e Prognóstico

O principal tratamento para o câncer colorretal é a remoção cirúrgica de um grande segmento do intestino afetado e dos linfonodos associados. Aproximadamente 70% dos indivíduos com câncer colorretal são bons candidatos à cirurgia. Nos 30% restantes que não podem suportar uma cirurgia devido ao mau estado de saúde, Alguns tumores podem ser removidos pela eletrocoagulação. Esse procedimento alivia os sintomas e prolonga a vida, mas a cura é improvável. Na maioria dos casos de câncer de cólon, o segmentodo intestino afetado pelo câncer é removido cirurgicamente e as extremidades remanescentes são anastomosadas. para o câncer de reto, otipo de cirurgia depende de quão distante do ânuso câncer está localizado e de quão profundamente ele invadiu a parede retal.

A remoção completa do reto e do ânus exige uma colostomia permanente (uma abertura criada cirurgicamente entre o intestino grosso e a parede abdominal). comuma colostomia, o conteúdo do intestino grosso drena através da parede abdominal para o interior de uma bolsa, a qual é denominada bolsa de colostomia. Quando possível, somente uma parte do reto é removida, deixando um coto retal e o ânus intacto. Aseguir, o coto retal é anastomosado à extremidade do intestino grosso. A radioterapia, após a remoção cirúrgica do câncer retal visível pode ajudar acontrolar o crescimento de qualquer tumor residual, pode retardar a recorrência e pode aumentar as chances de sobrevida. para os indivíduos que apresentam um câncer de reto e metástase em um a quatro linfonodos, o mais indicado é uma combinação de radioterapia e quimioterapia.

Quando existem mais de quatro linfonodos cancerosos, este tratamento é menos eficaz. Quando o câncer colorretal já disseminou e não pode ser curado somente com a cirurgia, a quimioterapia com fluorouracil e levamisol após acirurgia pode prolongar a sobrevida. No entanto, a cura permanece sendo rara. Quando o câncer colorretal disseminou de tal modo que é impossível a remoção total do tumor, a cirurgia para aliviar a obstrução intestinal pode reduzir os sintomas. No entanto, o tempo de sobrevida é comumente de apenas cerca de 7 meses. Quando o câncer produziu metástases ao fígado , as drogas quimioterápicas podem ser injetadas diretamente na artéria que irriga o fígado .

Uma pequena bomba inserida cirurgicamente sob a pele ou uma bomba externa fixada a um cinto permite que o indivíduo mova-se durante o tratamento. Apesar de caro, este tipo de tratamento pode prover maiores benefícios do que a quimioterapia tradicional. No entanto, são necessárias maiores pesquisas a respeito. Quando o câncer dissemina-se além do fígado , este tipo de tratamento não oferece vantagens. Após a remoção total do câncer colorretal através da cirurgia, a maioria dos estudiosos recomenda a realização de 2 a 5 colonoscopias anuais para examinar o intestino remanescente. Se esses exames não detectarem qualquer câncer , o paciente deverá realizar exames de acompanhamento a cada 2 ou 3 anos.

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